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PSEUDOPAÍSES - 5 atuais países "inexistentes"

                                     

Atualmente a ONU (Organização das Nações Unidas) reconhece 193 países oficialmente como membros, sendo que o Vaticano e a Palestina, são tidos como "observadores permanentes" da entidade.
Os requisitos para um Estado ser reconhecido um País, são os seguintes:

  • Tem que ter o território definido.
  • Tem que ter um governo.
  • Tem que ter uma moeda própria.
  • Tem que ter população permanente.
  • Tem que ter características e dados.
Durante anos várias mudanças já aconteceram no mapa-mundi, sendo constantes as mudanças de limites territoriais e também o surgimentos de novos países independentes. A história nos mostra que diversos países que hoje existem, no passado eram territórios pertencentes a alguma nação e com o tempo se tornaram independentes e vieram a ser um novo país.
Atualmente esse fenômeno continua ocorrendo, e Estados não reconhecidos lutam para declarar sua independência e ter sua autonomia reconhecida diplomaticamente em todo o mundo, muitos desses territórios porém, provavelmente são desconhecidos pelo resto do planeta. Segue cinco exemplos de possíveis futuros países dos quais você provavelmente nunca ouviu falar:

1. ABECÁSIA


Tida atualmente como uma republica autônoma da Georgia, a Abecásia era pertencente a URSS e declarou independência no ano de 1991, o que resultou em uma guerra com a Geórgia no ano seguinte, os conflitos na região não cessaram e em 2008, outro embate na região (dessa vez, pela independência da Ossétia do Sul) acabou promovendo uma mudança: Rússia, Nicarágua, Venezuela, Nauru, Vanuatu e Tuvalu reconheceram formalmente a independência da Abecásia naquele ano, porém a Georgia não concedeu a independência da região até hoje.

2. REPÚBLICA MOLDAVA DA TRANSNÍSTRIA


Oficialmente parte da Moldávia, a Transnístria reivindica sua independência desde a década de 1990.
Em 1991 em meio à onda de independências das ex-repúblicas soviéticas, a Moldávia decretou a obrigatoriedade da língua moldava em todo o seu território e proibiu o ensino e a utilização do russo. Esse impasse desencadeou uma guerra civil no território separatista, que somou inúmeras mortes e só culminou no ano seguinte após a intervenção militar da Russia em apoio a Transnístria.
Embora não reconhecido, a Transnístria declarou sua independência e mantem essa situação de fato, havendo atualmente uma fronteira real entre a Moldávia e o território, com controles militares, policiais e aduaneiros de cada lado, que todavia não impedem a normal circulação de pessoas e bens. A tensão na região é evitada pela presença de um contingente das Nações Unidas, constituídos por militares russos.

3. ALTO CARABAQUE ( Nagorno-Karabakh )


Oficialmente um território pertencente ao Azerbaijão e próximo à fronteira da Armênia, o Alto Carabaque declarou independência no ano de 1991, não obtendo reconhecimento ou aprovação de nenhuma nação.  
Entre 1988 e 1994, a região foi alvo de uma sangrenta disputa entre o Azerbaijão e a Armênia que culminou com um cessar fogo mediado pela Russia.
Hoje, ambas as nações possuem mísseis ofensivos, e há apreensão pela possibilidade de agravação do embate entre os países vizinhos.

4. REPÚBLICA DA SOMALILÂNDIA


Localizada no chifre da Africa e oficialmente parte integrante da Somália, a Somalilândia é antigo protetorado britânico que declarou sua independência unilateralmente em 1991.
Sob a nomenclatura de Republica da Somalilândia, o território parece experimentar menos insegurança e violência e se desenvolver mais efetivamente do que o resto da Somália.
Atualmente a região vive sob uma relação amistosa com a Somália e possui um gabinete diplomático no Reino Unido.

5. REPÚBLICA TURCA DO CHIPRE DO NORTE


Reconhecido como país apenas pela Turquia, a região do Chipre do Norte integra oficialmente a Republica do Chipre.
Em 1974 o Chipre foi invadido pela Turquia e em 1983, a área declarou unilateralmente a independência da República Turca de Chipre do Norte. Só a Turquia reconhece o território separatista, e o país mantém cerca de 30.000 tropas no norte da ilha.


FONTE INSPIRATÓRIA:

PSEUDOPAÍSES - 5 atuais países "inexistentes"

                                     

Atualmente a ONU (Organização das Nações Unidas) reconhece 193 países oficialmente como membros, sendo que o Vaticano e a Palestina, são tidos como "observadores permanentes" da entidade.
Os requisitos para um Estado ser reconhecido um País, são os seguintes:

  • Tem que ter o território definido.
  • Tem que ter um governo.
  • Tem que ter uma moeda própria.
  • Tem que ter população permanente.
  • Tem que ter características e dados.
Durante anos várias mudanças já aconteceram no mapa-mundi, sendo constantes as mudanças de limites territoriais e também o surgimentos de novos países independentes. A história nos mostra que diversos países que hoje existem, no passado eram territórios pertencentes a alguma nação e com o tempo se tornaram independentes e vieram a ser um novo país.
Atualmente esse fenômeno continua ocorrendo, e Estados não reconhecidos lutam para declarar sua independência e ter sua autonomia reconhecida diplomaticamente em todo o mundo, muitos desses territórios porém, provavelmente são desconhecidos pelo resto do planeta. Segue cinco exemplos de possíveis futuros países dos quais você provavelmente nunca ouviu falar:

1. ABECÁSIA


Tida atualmente como uma republica autônoma da Georgia, a Abecásia era pertencente a URSS e declarou independência no ano de 1991, o que resultou em uma guerra com a Geórgia no ano seguinte, os conflitos na região não cessaram e em 2008, outro embate na região (dessa vez, pela independência da Ossétia do Sul) acabou promovendo uma mudança: Rússia, Nicarágua, Venezuela, Nauru, Vanuatu e Tuvalu reconheceram formalmente a independência da Abecásia naquele ano, porém a Georgia não concedeu a independência da região até hoje.

2. REPÚBLICA MOLDAVA DA TRANSNÍSTRIA


Oficialmente parte da Moldávia, a Transnístria reivindica sua independência desde a década de 1990.
Em 1991 em meio à onda de independências das ex-repúblicas soviéticas, a Moldávia decretou a obrigatoriedade da língua moldava em todo o seu território e proibiu o ensino e a utilização do russo. Esse impasse desencadeou uma guerra civil no território separatista, que somou inúmeras mortes e só culminou no ano seguinte após a intervenção militar da Russia em apoio a Transnístria.
Embora não reconhecido, a Transnístria declarou sua independência e mantem essa situação de fato, havendo atualmente uma fronteira real entre a Moldávia e o território, com controles militares, policiais e aduaneiros de cada lado, que todavia não impedem a normal circulação de pessoas e bens. A tensão na região é evitada pela presença de um contingente das Nações Unidas, constituídos por militares russos.

3. ALTO CARABAQUE ( Nagorno-Karabakh )


Oficialmente um território pertencente ao Azerbaijão e próximo à fronteira da Armênia, o Alto Carabaque declarou independência no ano de 1991, não obtendo reconhecimento ou aprovação de nenhuma nação.  
Entre 1988 e 1994, a região foi alvo de uma sangrenta disputa entre o Azerbaijão e a Armênia que culminou com um cessar fogo mediado pela Russia.
Hoje, ambas as nações possuem mísseis ofensivos, e há apreensão pela possibilidade de agravação do embate entre os países vizinhos.

4. REPÚBLICA DA SOMALILÂNDIA


Localizada no chifre da Africa e oficialmente parte integrante da Somália, a Somalilândia é antigo protetorado britânico que declarou sua independência unilateralmente em 1991.
Sob a nomenclatura de Republica da Somalilândia, o território parece experimentar menos insegurança e violência e se desenvolver mais efetivamente do que o resto da Somália.
Atualmente a região vive sob uma relação amistosa com a Somália e possui um gabinete diplomático no Reino Unido.

5. REPÚBLICA TURCA DO CHIPRE DO NORTE


Reconhecido como país apenas pela Turquia, a região do Chipre do Norte integra oficialmente a Republica do Chipre.
Em 1974 o Chipre foi invadido pela Turquia e em 1983, a área declarou unilateralmente a independência da República Turca de Chipre do Norte. Só a Turquia reconhece o território separatista, e o país mantém cerca de 30.000 tropas no norte da ilha.


FONTE INSPIRATÓRIA:

10 VISÕES ERRÔNEAS DO CONTINENTE AFRICANO - desconstruindo estereótipos

Estereótipos basicamente são representações simplificadas e inconsistentes obtidas através da atribuição generalizada a objetos ou seres designados por uma mesma palavra.
Partindo da proposição de Fairclough (2001) que  nenhum discurso é novo e assimilando a concepção de estereótipo a noção de preconceito, temos em Lima e Pereira (2004) a ideia que “os estereótipos, o preconceito e a discriminação são fenômenos presentes desde o surgimento dos primeiros agrupamentos humanos”.
Tendo como base os estereótipos formulados em relação ao continente africano, a jornalista namibiana Christine Vrey, teve a iniciativa de enumerar e desmistificar dez dos mais comuns erros conceituais sobre a África, são eles:

  • A ÁFRICA É UM PAÍS
Comumente segundo Christine, as pessoas assimilam a palavra África a um país, ignorando o fato que o continente africano possui 61 países ou territórios dependentes, e população superior a um bilhão de habitantes, consistindo no segundo continente mais populoso do globo terrestre, atras somente da Ásia.


  • A ÁFRICA É UMA ÁREA TOTALITARIAMENTE DESÉRTICA 
O continente africano possui um riquíssimo ecossistema como a Floresta Equatorial, e biomas característicos como é o caso das savanas, além disso grande parte da vegetação do continente africano encontra-se preservada o que auxilia na conservação de uma gama considerável de espécimes de sua fauna.
Basicamente a região desértica africana, consiste nas porções norte e sudoeste do continente, onde estão localizados os desertos da Namíbia e o do Saara - que é a segunda região mais desértica do mundo, depois da Antártica.


  • AFRICANOS GENERALIZADAMENTE VIVEM EM CABANAS
A rotulação de "continente atrasado" permite que o imaginário coletivo dite que todos os habitantes do continente africano povoem cabanas feitas rusticamente de barro e palha.
Ao contrário disso a África possui vários centros urbanos, onde a maioria esmagadora da população reside, apenas as poucas tribos tradicionalistas remanescentes que permanecem em áreas isoladas, muitas vezes de maneira nômade. 

[Costa do Marfim]
  • COMIDAS AFRICANAS SÃO ESTRANHAS
Como em qualquer civilização os países africanos, mantem muitos de seus pratos tradicionais e isso não obrigatoriamente os torna estranhos, além disso o continente africano tal como toda colônia de grandes potencias foi tomado por muitos de seus costumes, como por exemplo a predileção por fast-foods, sendo que é notável a presença de multinacionais do gênero sobretudo nas capitais.


  • ANIMAIS SELVAGENS ESTÃO POR TODA PARTE
O continente africano possui variedades enormes de espécimes animais, sendo muitos deles encontrados somente lá, porém como em qualquer outro lugar do planeta, esses animais povoam seus habitats naturais, uma vez que as chances de sobrevivência deles em metrópoles seria nula, devido sobretudo a condição desfavorável. 


  • A ÁFRICA É  EXCLUÍDA DIGITALMENTE
Christine afirma que ainda hoje as pessoas se assustam ao saber que na África alguns possuem computadores de ultima geração. O continente africano não se constitui em um lugar isolado do restante do mundo e tal como todos demais países capitalistas aderiram as tecnologias provindas da modernidade, sendo que a defasagem tecnológica do continente em relação a outros são mínimas.


  • EXISTE UM IDIOMA AFRICANO
Originalmente a África era povoada de inúmeras tribos e cada uma possuía seu próprio dialeto, a vexaminosa partilha do continente pelos países imperialistas fez com que não fosse respeitado as similaridades históricas e culturais do povo o que provocou a miscigenação civil, gerando outros tantos dialetos.
Christine explica que na Namíbia por exemplo, existem mais de vinte idiomas usuais. De acordo com pesquisas nenhum país do continente possui menos de cinco dialetos correntes.


  • A ÁFRICA QUASE NÃO TEM HOTÉIS
Segundo Vrey, só nas oito maiores cidades da África do Sul, existem 372 hotéis. Mais um dos diversos resquícios imperialistas no continente é a instalação maciça de hospedarias por parte de gigantes do ramo, sendo que as multinacionais de hotelaria de primeiro mundo estão presentes na maior parte dos países africanos.


  • AFRICANOS NÃO UTILIZAM BANHEIROS CONVENCIONAIS 
Há quem pense, de acordo com a jornalista, que todos os africanos sejam obrigados a fazer suas necessidades atrás do arbusto ou em latrinas a céu aberto. Isso vale, segundo ela, apenas para as áreas desérticas e vilarejos afastados. No geral, uma casa na África dispõe de um vaso sanitário muito semelhante ao seu.


  • TODOS OS AFRICANOS SÃO NEGROS
O imperialismo provocou um intenso processo miscigenacionista no continente africano, tal como a colonização européia na América. Na Namíbia, por exemplo, há famílias africanas brancas descendentes de franceses, holandeses e portugueses.
Mas não há apenas isso: o continente também abriga grandes comunidades de indianos, chineses e malaios, de modo que não se pode falar em “raça africana”.
Christine explica que não existe uma raça negra, muitas pessoas, de acordo com a jornalista, acham que todos os negros são da mesma raça ou grupo étnico. Ela conta que já ouviu pessoas descreverem a própria descendência como sendo, por exemplo, ¼ britânicos, ¼ hispânicos, ¼ russos e ¼ “negros”.
Isso é um engano: há várias características físicas dissonantes entre os povos de pele escura. As diferenças começam pela própria tonalidade: alguns povos têm a pele mais “avermelhada” ou mais marrom do que outros, e alguns são menos escuros, sem levar em conta a miscigenação. Não é possível falar, portanto, em “negros” simplesmente.


AS FLORES DE UM DESERTO

Considerado o mais árido e mais alto deserto do mundo, o deserto do Atacama é localizado na região norte do Chile e se estende até a fronteira com o Peru.


A umidade no deserto se aproxima do zero, sendo que as chuvas são raras devido à sua altitude.
Porém no fim do ano o evento climático El Niño favorece a ocorrência de chuvas na região, com um volume equivalente a mais de 15mm.
Durante esse período, ocorre o que os chilenos chamam de Deserto florido, quando as sementes e bulbos adormecidos e depositadas em terreno rochoso germinam, acompanhado por uma proliferação de insetos e lagartos.
O volume das chuvas é importante, mas não é tudo. É preciso ainda que aconteçam em intervalos regulares, nem muito fortes nem muito esparsas, e que as geadas não venham a interromper a germinação durante o inverno.
Se essas condições forem reunidas, o deserto florido pode durar de setembro a dezembro.



Existem no deserto cerca de 200 espécies endêmicas que não existem em nenhum outro lugar do mundo, sendo que dessas, 14 estão ameaçadas de extinção.
O parque Llanos de Challe, a 400 km de Santiago foi criado com o intuito além de vistoriar o deserto, de proteger as flores e preservar o fenômeno. O parque inclusive, promove anualmente um evento denominado Deserto florescer, que inclui dentre suas programações concertos musicais e uma seção de apresentação de produtos típicos.




A beleza e exuberância concede à este evento intrigante uma das mais fascinantes paisagens naturais, sendo responsável por grande atração de turistas para região.




A CANÇÃO DOS HOMENS - sobre os encantos da África


O continente africano, considerado o berço da humanidade, como todos sabemos foi amplamente devastado pelas potências mundiais, sobretudo no período de colonização. Porém muitos costumes e crenças cruzaram séculos e permanecem até hoje.
Trata-se de especifidades mantidas por gerações apesar do modernismo ter assolado o continente mostrando suas cruéis garras.


Dentre essas tradições está um ato milenar praticado e mantido com vigor por indivíduos de uma tribo primitiva da África, o de conceder a cada novo membro (cada criança) uma canção exclusiva e intransferível  que lhe acompanha por toda vida. Este ato é chamado de Canção dos homens ou ainda Tua canção.


Quando uma mulher descobre-se grávida, ela fica incumbida de se afastar da tribo por um período até o momento que tenha inspiração para elaborar uma canção para a criança. Assim que a canção está composta a mãe a ensina para o pai da criança para que juntos cantem e o bebê se sinta desejado e então depois para toda tribo.
As músicas possuem sempre as mesmas notas, mas se diferem nas palavras usadas e no ritmo, é como se fosse uma identidade musical.
Deste modo quando a criança nasce, a tribo reúne-se e entoam a canção, que lhe é ensinada durante a infância.


A canção acompanha o indivíduo por toda vida, e é entoada sempre que se julga necessário e em todas as etapas importantes da vida, seja ele a passagem da infância para juventude, ou quando atinge a fase adulta e até mesmo quando o indivíduo se casa.


Se em algum momento da vida o indivíduo pratica algum crime ou qualquer tipo de infração, ele é levado até o centro do povoado onde se forma um círculo ao seu redor e a canção é entoada. Desta forma eles resgatam a identidade do indivíduo, eles acreditam que o erro não é contornado pela punição e sim pela demonstração de amor e pela lembrança da verdadeira identidade da pessoa, presente na canção.
Quando "sua alma está para ir-se deste mundo" a tribo se reúne novamente como em seu nascimento e cantam para a viagem.


A "canção dos homens" é uma maneira de ressaltar a individualidade de cada um, de acalentar dias atormentados e de manter viva a esperança e a certeza de quem és.
Esse costume milenar, se tornou conhecido pelo ocidente a partir de um texto elaborado pela escritora africana Tolba Phanem chamado Your song e em seu percurso ela ressalta com maestria a seguinte expressão, que explica de maneira sucinta e eficaz esse costume:

"Quando reconhecemos nossa própria canção já não temos desejos nem necessidade de prejudicar ninguém. Teus amigos conhecem a “tua canção” e a cantam quando a esqueces. Aqueles que te amam não podem ser enganados pelos erros que cometes ou as escuras imagens que mostras aos demais. Eles recordam tua beleza quando te sentes feio, tua totalidade quando estás quebrado, tua inocência quando te sentes culpado e teu propósito quando estás confuso."


A "canção dos homens" constitui uma das milhares peculiaridades encantadoras da África, que de forma concisa e magnânima demonstra a genialidade e singularidade desse continente e nos convida a pratica do amor e do perdão e nos aconselha a não desistir e quando o peso das dificuldades ou a alegria da vida chegarem mais perto, lembrar quem realmente somos.


Your Song
Tolba Phanem


When a woman of a certain African tribe knows she is pregnant, goes to the jungle with other women, and together they pray and meditate until you get to “The song of the child.”
When a child is born, the community gets together and they sing their song.
Thus, when the child begins his education, people get together and he sings his song.
When you become an adult, they get together again and sing.
When it comes to your wedding, the person hears his song.
Finally, when your soul is going from this world, family and friends are approaching and, like his birth, sing their song to accompany it in the “journey”.
In this African tribe, there is another occasion when men sing the song.
If at some point the person commits a crime or aberrant social act, take you to the center of town and the people of the community form a circle around her.
Then they sing “your song.”
The tribe recognizes that the correction for antisocial behavior is not punishment, is the love and memory of his true identity.
When we recognize our own song, since we have no desire or need to hurt anyone.
Your friends know “your song”. And sing when you forget it.
Those who love you can not be fooled by mistakes you have committed, or dark images you show to others.
They remember your beauty as you feel ugly, your total when you’re broke, your innocence when you feel guilty and your purpose when you’re confused.



SUDÃO DO SUL- liberdade sangrenta


A Conferência de Berlim realizada no final do século XIX e que partilhou a África entre as potências da época, desrespeitando as diferenças étnicas, culturais ou ainda mesmo geográficas; trouxe consequências extremamente desastrosas para o povo africano.
As guerras civis no continente africano se tornaram constantes e massacres como os ocorridos em  Ruanda e Burundi demonstram o quão equivocadas foram as decisões tomadas em Berlim.
Nutridos por ódio e indignação, as guerras étnicas surgem como uma opção de corrigir o erro ocasionado pelas potências.
E foi seguindo este contexto que o Sudão, um país do coração africano entrou em uma das mais duradouras guerras civis da história do continente, que resultou na independência e formação do Sudão do Sul, um país que já nasceu com um preocupante status: o de país mais pobre do mundo!



Entendendo o movimento de independência do Sudão do Sul

O Sudão tem diferenças em relação ao seu norte e sul gritantes, enquanto a maioria da população do norte é muçulmana e fala árabe; o sul é composto de vários grupos étnicos, de maioria cristã ou animista. Além disso, o norte é desértico enquanto o sul é repleto de selvas e pântanos.
Os conflitos entre o Sudão e a parte sul geraram duas guerras civis (a primeira entre 1955-72 e a segunda entre 1983-2005) que foram responsáveis por centenas de óbitos, neste que foi um dos mais mortíferos conflitos do fim do século XX.
Em 1983, quando o então presidente Jafar Numeri tentou impor a lei islâmica no sul do país onde a maioria é cristã (como já dito), teve início não só a segunda guerra civil do país como também o projeto de independência ganhou força.
Em 9 de janeiro de 2005 foi assinado o Tratado de Naivasha, um acordo de paz assinado entre o governo do Sudão e os rebeldes do sul.
O acordo porém não pós fim a luta pela independência, em janeiro de 2011 foi realizado um referendo estipulado pelo Acordo de Paz Global de 2005 e assinado pelo Movimento Popular de Libertação do Sudão (SPLM) mostrou que 98,83% dos cidadãos do sul eram a favor da independência. Assim seis meses depois, no dia 09 de julho de 2011, nasceu o Sudão do Sul, tendo:

* capital: Juba
* língua oficial: inglês
* moeda: libra sul-sudanesa
* população: 10,6 milhões de habitantes
* área: 644.329 km²



Um novo país e suas dificuldades em continuar existindo

No mesmo mês de sua fundação, o país tornou-se membro da Organização das Nações Unidas e da União Africana.
A realidade do país mais jovem do planeta porém, se mostra desanimador e coleciona colocações em rankings preocupantes.
Atualmente o Sudão do Sul é o país onde mais morrem grávidas e recém-nascidos; cerca de 73% da população adulta é analfabeta, sendo que a taxa de escolarização no ensino fundamental é de 6%, o PIB do país ainda é desconhecido e 85% da população não tem acesso à postos de saúde.
O país concentra 80% do petróleo sudanês, mas depende das refinarias do norte para exportar, fato que gerou  o fechamento das reservas petrolíferas no país, o que provocou uma queda de 98% da renda do país.
Além desses fatores, o país enfrenta o maior de seus problemas: a superpopulação, provocada pela grande massa de refugiados que outrora abandonaram o país devido as guerras tribais e agora retornam à seus lares.
A luta para existência é intensa e árdua, porém o fato relevante atualmente é que o Sudão do Sul é um pobre país de refugiados.





CENTRALIA- cidade em chamas




A pacata cidade de Centralia localizada no estado da Pensilvânia, já viveu seu auge com a ação mineradora, quando tinha cerca de 5 mil habitantes e vivia uma certa evolução, com a instalação de teatros e cinemas.
Em 1962 porém, essa paz interiorana foi rompida quando um grupo de bombeiros voluntários, foram contratados para fazer a limpeza do aterro sanitário da cidade, um trabalho anual padrão onde no final o lixo era queimado, neste episódio porém a limpeza foi feita próximo às instalações mineradoras e o fogo se espalhou, instaurando um acidente na mina de carvão que se estendia por toda parte subterrânea da cidade, iniciando um incêndio sem proporções.
Em 1979, o dono de um posto de gasolina mediu a temperatura de seus tanques subterrâneos e constatou a incrível temperatura de 78º C. 
Com as temperaturas elevadas o asfalto começou a ceder e a rodovia que ligava a cidade foi interditada. No ano de 1981, um menino de 12 anos caiu em um buraco que repentinamente se abriu diante dos seus pés, e foi socorrido por um amigo. No abismo que tinha cerca de 40 metros de profundidade, era possível ver as chamas ardendo e segundo o garoto "era como se estivesse caindo no inferno".
Em 1984, com temperaturas em torno dos 75º C, com o fogo ardendo sem tréguas no subsolo, com a liberação de gases tóxicos e com inúmeras tentativas vãs do governo para conter o incêndio a população foi evacuada para localidades vizinhas, com um investimento que custou 42 milhões de dólares aos cofres americanos.
Atualmente cinco residências ainda são habitadas na cidade, sendo que são realizadas semanalmente missas na igreja local. O fogo que arde sob a cidade continuará assim por cerca de 500 anos, segundo cientistas e a temperatura no interior da mina atinge 537,8 º C, sendo mais elevadas que as registradas no planeta mercúrio.






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